O Blog d'uma tal Bólinhas...

ístórias da minha vida. Casos Reais. Factos verídicos dos quais 99,(9)% são imaginários.

Teresa sempre sonhou ter três filhos, mas a carreira só lhe permitiu ter um. Uma. Maria do Mar. Como ela gosta deste nome. Talvez por ter passado a maior parte dos seus dias perto do Mar, ou então talvez pelo facto de em pequena ter assistido vezes sem conta a um filme onde as cenas eram gravadas perto dele. A verdade é que se por acaso parisse os três filhos, não tinha nomes para lhes atribuir.

Maria do Mar tem 12 anos. Já passou por mais coisas na vida do que tu alguma vez irás passar. Não é órfã. Pelo contrário. Sempre teve mãe, pai, avó, avô, prima, primo, tia, tio (...) Sempre teve a família por perto. Na realidade não é órfã. Mas essa realidade não é a dela. Maria do Mar nunca ouve ninguém, ninguém mesmo a dirigir-lhe uma palavra de carinho, amor, amizade. Nenhuma dessas palavras que tu ouves todos os dias, mesmo achando-as falsas, ouve-las, sente-las. Maria do Mar, não. Sente muito a falta delas. É como se só vivesse metade da sua vida. A outra metade está escondida, desaparecida, algures aconchegada noutro lar, que não é o lugar onde Maria do Mar vive.

Teresa tenta. Tenta explicar o quanto ama Maria do Mar. Afinal ela é sua filha. Mas não consegue. Teresa não pode, nunca tem nem teve ninguém, ninguém mesmo que lhe dissesse o quanto é importante. António e Antónia já não querem saber dela, agora só se preocupam com a Violência Doméstica. Ela sim é uma filha para eles. Não fuma. Eles gostavam tanto que a Teresa fosse assim.

O stôr deve ser muito DEF! Ou melhor, é -.- Estamos todos aqui a divertir-nos...

Uns (Carlos Esteves, Guidinha, Pedros e a Ana) estão atentos ao que ele está a dizer... O William está a responder a uma pergunta sobre a Lei da Termodinâmica, mas responde sobre o estado do tempo, lá fora... O Bruno e a Cátia estão a lutar, o Carlos está a escrever não sei o quê no caderno, mas aposto que não tem nada a ver com a aula, o Rúben e o João estão a passear pela escola, a Carmen está a assistir ao passeio, a Jandira tem o telemóvel colado à orelha e está fechada no mundo dela... e eu? eu oiço música no bichinho azul do William. Boas músicas.

O stôr é DEF.

Escrevi isto na aula.

Maria do Mar tinha este nome porque a mãe desde pequena que gostava dele. Digo gostava porque na verdade já não gosta. A mãe Teresa perdeu todos os valores que tinha. Não foi por vontade própria. Foi obrigada a fazê-lo. Teresa, uma mulher morena, não do Sol, mas sim de todas as sessões de Solário que faz por mês, na casa dos 40 mas com aspecto de 20, é filha de António e Antónia.

Os pais de Teresa desapareceram, digo desapareceram porque Teresa não gosta que se diga que de facto morreram. «Está bem Teresa, desculpa.».

António e Antónia são um casal feliz. Não são felizes como as outras famílias. Felizes à maneira deles. Felizes partilhando à 25 anos o seu espaço com a Violência Doméstica. Estava instalada no quarto de visitas, em frente à casa de banho, subindo quatro degraus gastos de tantos passos que têm suportado. É uma visita, come vegetais, bebe água e sumo de maracujá, não fuma nem se droga. Violência Doméstica é uma menina de 30 anos instalada em casa dos "Feitiço". Partilha tudo com a família, faz parte dela à 25. Mas tem uma mágoa enorme dentro de si. Ela não é feliz, ao fazer infeliz Antónia. Gostava de poder fazer feliz alguém, mas na verdade só consegue o contrário.

Ah, tinha-me esquecido de falar de mim. Eu sou o Máximo. Não gosto de dizer mais nada, o meu nome chega. Pelo menos, para já.

Encontro-me só, completamente só. Por vezes nua, como nasci. Vazia. Perdida em sonhos. Sonhos que nunca vou realizar. Por mais que lute. Sou demasiado fraca. Não era assim. Era tão selvagem. Lutava por tudo e por nada. Disputava o último chupa que havia na "Esplanada", daqueles que pintam a língua de azul, os lugares do lado da janela conforme o andamento do comboio. Lutava por tudo.
Nunca lutei por um amor. O Amor não tem nada a ver com luta. O Amor, não precisa de mágoa. O Amor, nasce e renasce, sem fazer mal a ninguém. Não precisa que ninguém o encontre. Ele aparece em todo o lado. Até perto do ódio. Porque até mesmo a minha vizinha do 3ºandar que passa na escada e não me diz "Bom dia", gosta de mim.
Não preciso de Amor.
Preciso apenas de algo parecido. Aguma coisa, não importa o quê. Importa, apenas, que me faça sentir essencial na vida de alguém. Nem que seja só mesmo na vida daquele formiga por quem passei ontem e não pisei. Preciso que alguém me diga que faço falta. Nem que seja para defender a minha opinião. Com este feitiozinho de merda. Preciso de tantas coisas, que nem eu sei bem o que são.
Preciso de Tudo e não preciso de Nada.

Um amo-te inesperado.
Um amo-te que não dói.
Um amo-te sincero.
Um amo-te que não seja preciso pronunciá-lo para o sentir.
Um amo-te que eu diga e que te faça feliz.
Um amo-te de verdade.
Porque na verdade eu te amo, apenas me magoa saber que não me amas.
Um amo-te mais que partilhado, sentido a dois.
Porque és tu quem eu amo.
Gostava.
Juro que gostava que sentisses o mesmo que eu.
Todas as coisas que me passam pela cabeça e pelo coração.
Coisas, sentimentos que me enchem, mas não esvaziam porque não posso, nem consigo.
Não posso amar-te assim.
Entranhaste-te, semelhante a uma doença.
O amor é a única doença que não tem cura.
Por mais forças que tenha, ele vence-me.
Por mais esquemas que faça, não morre.
Não me importava que se fosse embora.
Só me faz mal.
Consome-me.
Por dentro e por fora.
Assusta-me.
Muito.
Faz-me muito mal.
Estou cansada.
Cansada de lutar por uma causa perdida.
Nunca fui uma pessoa de desistir.
Mas desta vez, admito.
Vou desistir.
Porque por mais que sofra.
Por mais que chore.
Aquele amo-te.
Um amo-te de verdade.
Um amo-te sincero.
Um amo-te que não dói.
Esse amo-te,
jamais o vou sentir e partilhar.

Dou por mim a constatar que na verdade eu não sou importante. Comparada contigo eu sou o quê? Nada. Nunca conheci ninguém assim. Tudo em ti é espontâneo. Nada é programado. É por seres tão Original que és tão Especial.

Hoje as pessoas são todas iguais. Mas tu, não tens comparação.

Tenho tantas saudades tuas, aqueles nossos momentos, parece que estou a revivê-los agora.


Primeiro foi a vergonha. Toda eu tremia :| Quando te vi ali, no fundo da rua, o meu Coração quase parou. Não conseguia controlar a quantidade de adrenalina que corria pelas minhas veias.

Ias-te aproximando. O Coração explodia mais um bocadinho, a cada batida. Nem sequer conseguia erguer a minha cabeça.

Até que ficámos lado-a-lado. Abraçámo-nos como Nunca. Como se nos conhecessemos há mais de 20 anos. Senti-me a reviver um momento anterior, que nunca antes tinha sido vivido. Foi tão Único, nunca me tinham abraçado como tu o fizeste. E eu já abracei muita gente.

Não conhecia o sítio onde estava. Caminhava passo-a-passo, seguindo os teus. Durante uns minutos não consegui pronunciar uma palavra que fosse. Estavam entaladas, dentro de mim. Mas algo foi mais forte que eu. Talvez, tu. Muito provavelmente, tu. Comecei a falar, mas falava como se te conhecesse há mais de 20 anos, como antes referi.
Passei a conhecer a tua cidade. É linda, diga-se de passagem.

Nunca na minha vida me estava a imaginar conhecer ao vivo e a cores alguém, com quem apenas contactava por um objecto com um ecrã e umas quantas teclas com letras que nem sequer estão por ordem alfabética.

Mas alguma voz, vinda não sei de onde me dizia "Vai, não te vais arrepender!" A verdade é que não me arrependi. Pelo contrário, quero muito repetir aquele dia.

Mesmo que passem apenas 2 anos, vou achar que te conheço há mais de 20.



Amo-te como nunca amei ninguém. E não digo isto apenas porque está na moda dizer. É porque na realidade te amo.

04/07/08.

Hoje, vou escrever sobre a Coragem que seres tão Especiais têm.


Não, baby, não vou escrever sobre extraterrestres. Não, também não é sobre a tua tia.

Já imaginaste a Coragem que se tem que ter para se admitir que se gosta de seres do mesmo Sexo? Eu já. É por isso que estou a escrever isto, neste post. Senão estava a escrever um post sobre a falta de bebés na população em algumas aldeias de Portugal. Mas não.

Eu nunca tive que admitir nada. Dou graças a Deus por isso. Sempre gostei de meninos e espero continuar a gostar :|

Deve ser tão difícil dar uma notícia destas a um pai e a uma mãe. "Olha mãe, a Rita não é Rita, chama-se João."

Eu se estivesse no lugar da mãe, no mínimo sofria um enfarte de miocárdio. Ou então, não. Aceitava o facto do meu filho ser assim e ter de viver assim, para sempre. Quem é mãe, é amiga, confidente, ombro amigo quando todos os outros faltam. Ou pelo menos devia ser. Pronto. Só queria dizer qe admiro muito os seres tão Especiais :)

A; P; F; E... Conheço alguns desses seres. Dou-lhes muito valor. Aprendi bastante com eles.

Mas continuo a gostar de pilinhas, ôblá :D

Gosto da senhora que de manhã à noite na praia grita: "Bóliiiinhas"
P.S: e são sempre fresquinhas :3

Fui lá abaixo à arrecadação e descobri esta relíquia :'D

Provavelmente vão aparecer aqui muitas mais, porque tenho aqui um saco cheio de cadernos :|


A é a Ana, a cavalo numa cana;
B é o Bruno, a jogar ao uno;
C é a Catarina, nada fora da piscina;
D é o Diogo, com chichi apaga o fogo;
E é a Elisabete, a jogar andebol é uma esperta;
F é o Francisco, como as conchas do marisco;
G é a Graça, ai, mordeu-lhe uma carraça;
H é a Helena, é branca, mas diz que é morena;
I é o Ivo, põe na mosca um curativo;
J é a Joana, a caçar uma ratazana;
L é o Luís, tem macacos no nariz;
M é o Manuel, escreve o nome no papel;
N é o Napoleão, dorme debaixo do colchão;
O é a Olga, todos os dias tem folga;
P é a Paula, entra de burro na aula;
Q é o Quintino, que na missa faz o pino;
R é o Raúl, a beber a tinta azul;
S é a Sofia, engasgada com uma enguia;
T é a Teresa, come debaixo da mesa;
U é o Urbano, que caiu dentro do cano;
V é a Vera, com as unhas de pantera;
X é a Xana, gosta muito da sua pestana;
Z é o , foi ao mar, perdeu o .


Escrito por mim, algures entre o ano de 2003 e 2004.

Hoje o Rei Não Sei de Onde faz anos e eu já não escrevo aqui à bué...


Como sempre não há assunto para escrever.

Mas como hoje estou inspirada (mentira .--) vou escrever sobre o meu Francisco.
Não sei como, mas aquele Pinguim tornou-se Essencial *_* Confesso que nunca pensei gostar tanto dele, mas a verdade é que gosto. Não como alguém que quer namorar, casar e ter filhos. Nada disso. É muito mais que isso. É como um amigo para a vida. Vale muito mais que um namorado, disso eu tenho a certeza. Nunca troquei os meus amigos, por um namorado que fosse. Dou muito mais valor a uma Amizade, do que a um Amor. É que tipo, ele é Perfeito .-- até mete nojo >.< Nunca conheci ninguém assim, tão genuíno T.T Aqueles olhinhos, sempre a coisarem *__* Aquele andar como um Pinguim *__* Até os gritos estéricos *__* A minha fuinha mais boa *__* ah, desculpa :'D

As saudades são mais que taantas, porque ele por ser como é e quem é, ama-me e eu também o amo.

Para não ser mais lamechas e para ter mais espaço para futuros posts, vou parar de escrever.

Não espero que ele goste, porque não é essa a intenção.


AMO-O COMO QUEM AMA UM FILHO, SOBRINHO, IRMÃO ou NETO.

Não gosto da Prixilia (não me interessa se não é assim que se escreve, não gosto dela, escrevo o nome dela mal).
Ela é estúpida.
Não tenho culpa.
Ela mete nojo.
É falsa.
Gosta das pessoas, só por interesse.
Dá vontade de dizer: Morre!.
Como eu digo o que penso, já lhe disse.
Ainda bem que chumbou.
Não gosto dela.
É burra.
Já não a vou aturar, felizmente.
Nem eu nem ninguém.
Ninguém gosta dela.
A culpa não é minha.
Ela é que é nojenta.
Toda a gente que a conhece pensa isto.
Só não lhe diz.
Eu digo.
Tou ma cagar se ela se chateia.
Não tem força para me bater.
Mesmo que tiver, não me apanha.
Eu fujo mais rápido.
Vês, já lhe estou a dar importância a mais.
Aquilo nem merece que falem dela, mesmo que seja mal :D
Como não tinha nada para escrever, olha, escrevi isto.
Tem muito significado.
Não sou obrigada a gostar de toda a gente.
Não gosto dela.
Tenho muito orgulho em não gostar.
Não vale um peido.
Se bem que um peidinho de vez em quando, sabe bem.
Moral da história: Pronto, ela não vale nada.

Hoje é o dia da Pintura no Brasil...


Apetece-me dizer que és uma menina muito especial. Sim, tu Inês Cosme, és uma menina única.. Com esses teus inocentes 14 anos, aparentas ser muito mais velha. Tens uma mentalidade muito fora do normal (para o lado bom, é claro) :P

Ya, confesso que quando te vi com o William e o ouvia falar de ti pensei que fosses mais uma pita amiga dele -.- mas não és :D És um amor de pessoa *_*

Alguém a quem se pode contar tudo. Sei que mais ninguém vai saber o que eu te contar ^^

Não sei escrever, já sabes disso xD

Mas isto chega, diz o mais importante.

Espero continuar a ser tua amiga :') porque sei que és uma menina muito especial.

P.S (09deDezembrode2008): Inês, este post será sempre teu :')
P.S1 (02deJulhode2009): Secalhar não és bem assim...

Hoje a Rainha Fafá de Belém faz 52 anos...


Pensa sobre ti mesmo/a;

Questiona-te;

Analisa todas as oportunidades;

Descobre-te;

Pára para Reflectir;

Fascina-te;

Ama como se fosse a tua última vez;

Revela-te;

Sorri para o Mundo;

Solta-te;

Aprecia a Beleza;

Olha-te;

Abraça todos, como se fossem parte de ti;

Imagina-te;

Chora para o Mundo;

Perde-te;

Fala sobre o que quiseres;

Encontra-te; Mas fá-lo com FORÇA.


...com uma Força que ninguém pode parar :')

08/08/08


Se pudesse também me manifestava por causa dos Jogos Olímpicos, tanta gente a morrer no Tibet e ali os palhacinhos a curtir do Bom e do Bonito. Não gosto. Uns hipocritas é o que os organizadores daquilo são. Todos acham que matar pessoas (incluindo crianças) é errado, mas mesmo assim não querem saber. Querem é ganhar dinheiro.

Mete nojo, a sério que mete.

Eu sei que se costuma dizer "Do Bom e do Melhor", mas eu gosto mais desta expressão.

Mas vá, para não ser como eles, já que não há volta a dar quanto ao facto de os Jogos Olímpicos serem realizados, vou ser simpática e desejar a Maior Sorte aos atletas que representam Portugal. Afinal de contas é o meu país.

Hoje é o dia do Padre, no Brasil...


Na cidade ou aldeia onde vivemos, nas ruas por onde passamos todos os dias, na escola e em casa, estamos com muitas pessoas e falamos de muitas coisas.

Mas há sempre pessoas que nos conhecem melhor e são mais nossas amigas.

Em muitas ocasiões é com essas pessoas que gostamos mais de conversar. Dão-nos coragem e alegria, ajudam-nos naquilo que precisamos e ouvem com atenção o que nós queremos dizer...



Agradeço a todos/as que estão sempre do meu lado!

Joana Almeida, Cátia Pinto, Andreia Ventura, William Lopes, Francisco da Silva, Daniela, Inês Cosme, Patrícia Alexandra, Carmen Moniz, Ana Passaporte, Diego Almeida...

Hoje o Senhor Alexander Flaming fazia 127 anos, se fosse vivo...


Quero a Feira Popular de volta. Quem teve a estúpida ideia de a levar, que a devolva. Não estou a gostar.

Quero voltar a usufruir duma das melhores coisas que a Grande Lisboa tinha. Eu e toda a gente. A minha Feira Popular só trazia coisas boas. O maior rendimento vinha de lá, atraía Turistas e os Turistas trazem muuuito dinheiro.

Será que só eu é que percebo isso? phone-ix.

Hoje é o dia Nacional da Saúde... A minha está boa, recomenda-se :)


Só me apetece dizer que te amo. Não te vou perder e eu sei disso. Sei que és demasiado essencial para desapareceres. Vou dar-te o que precisas. Tu vales muito mais que isto, eu sei! Não te resumes a uma lista.

És uma das pessoas mais especiais para mim. És único, já o tinha dito.

Tudo vai melhorar.
Vamos continuar juntos, porque os irmãos não se escolhem. Permanecem connosco para sempre (L)

Hoje é o dia do Skate no Brasil ^^ ...


Estive a ver um documentário do Nacional Geographic Channel. Aquilo falava sobre a Criogenia (é favor pesquisar no Google ou noutro motor de busca, porque eu sei que tu não sabes o que isto é). Mas caso não queiras fazer isto, que é o que 99% das pessoas que estão a ler vão fazer, acabas de ver este medíocre texto para descobrires o que é.

A Criogenia (nome fascinante este, ain) é um ramo da Ciência (se é que aquilo se pode chamar Ciência) que pretende o estudo do comportamento dos sistemas em baixas temperaturas. A preservação Criogenica é o seguinte, passo a explicar: Uma pessoa morre, mas ao invés de ser enterrada, cremada, “guardada” num caixão dentro duma casinha perto dos outros parentes mortos, é congelada, sim leste bem, congelada. Não é com gelo, não o gelo queima --, é com nitrogénio líquido (aquele com que se produz amoníaco, que é um constituinte do Sonasol :|). Mas esta não é a melhor parte, ah pois não, é que pronto uma pessoa ser congelada é mau, mas ainda por cima passados 50 anos ser descongelada, para voltar a viver, é obra. Oh Yeah, ou seja as conversas das viúvas nos cabeleireiros vão passar a ser do tipo, diz a Antónia: Ai vizinha, ontem enterrei o meu homem; A Miquelina: Eu antes d’ontem fui lá à nossa casinha pôr mais umas flores para o meu Josefino. Diz muito depressa a Jervázia: Ontem fui congelar o meu Zé.

Ya, fica lindo nas conversas :D dá um certo charme.

Não quero saber comé que eles vão “acordar” os meus órgãos depois de eu morrer, nem mesmo o meu cérebro que quando morre, morreu tudo, mesmo assim quero ser Creogenada. Também não me interessa se vão pagar 100 mil euros por isso, eu quero é ser Creogenada.

Não quero perder a oportunidade de constatar depois de 50 anos congelada, como é que o Sócrates se safou desta merda e de saber como é que estão as três coisas que por mais tempo que passe não vão melhorar, a Educação, a Saúde e a Justiça. (tipo que isso é possível --,)



P.S: Os nomes são inventados, qualquer semelhança com a realidade é pura estupidez :’D



(vou masé dormir que já são duas da manhã ^^)

Hoje estou deprimida, até já escrevo aqui em dias com números pares T.T a verdade é que se está a tornar viciante...


Quando começar a escola quero concretizar estes sonhos:

1. Apanhar o cágado do lago i fazer-lhe festinhas;
2. Arrancar os pêlos do nariz do António (o contínuo do pavilhão D) com uma pinça;


Esta lista vai sendo actualizada, por agora só tenho 2 sonhos :'D

P.S: Já não há cágado nenhum, os putos mataram-no com pedras. O nariz do António é nojento demais para fazer aqilo :|

Hoje o Ney Matogrosso faz anos, não é Rei, mas é parecido :D ...


Ya, vou pôr aqui um textinho escrito à uns tempos.


Antes de nascer já chupava no dedo. Pelo menos é o que a minha mãe diz que viu quando lhe fizeram uma ecografia.

No dia 4 de Janeiro de 1992 lá nasci eu, em Lisboa, menina e careca como a minha mãe queria. Dizem que não chorava muito mas que, quando abria as goelas, até a Rosi se assustava. Nesta altura convém explicar que a Rosi era a minha cadela (faleceu este ano em Setembro, será sempre guardada no meu coração...)

Tenho um vídeo feito na noite de Natal de 1993 onde noto, pelo menos, três semelhanças com a Rosi: Ambas nos deslocávamos usando quatro membros, ambas tínhamos os laços dos presentes colados na cabeça e ambas estávamos excitadas e contentes.

Mais tarde, e já noutro vídeo, lá estava eu no Carnaval de 1994, vestida de Capuchinho Vermelho, a espreitar para dentro de uma alcofa onde a minha prima Mariana (com dois meses) estava a dormir.

Segundo parece fui uma bebé calma, bem-disposta, brincalhona, excepto à hora das refeições. Nessas alturas fazia sempre uma "grande birra" que acabava com a paciência de toda a gente.

Um dia, já quase com 4 anos, alguém se lembrou que eu tinha de sair do conforto da minha casa e ir para um sítio chamado escola. Não gostei mesmo nada quando a minha mãe me deixou lá. Mas, rapidamente passei a gostar porque a escola tinha uma característica muito agradável: estava cheia de crianças, coisa que não havia lá em casa.

Sempre gostei de cantar, sobretudo quando ando de carro. Um dia vinha da praia, os vidros estavam todos abertos e eu vinha numa grande cantoria. Parámos num semáforo e um senhor que parou ao nosso lado olhou mim como se eu fosse uma maluquinha (duas se contarmos com a Rosi que, não sabendo cantar, não parava de "uivar" umas notas).

Hoje continuo a gostar de cantar, de andar de bicicleta com o meu pai, de comer gomas, de tentar ensinar a minha mãe a dançar Kizomba e de ir à praia.

Não gosto de violência, de ervilhas, de estar doente, alturas, de ver tantas desgraças nos telejornais e de gente mal-humorada.


Cacém, 24 de Setembro de 2007, deprimida e com saudades da pessoa que Amo, quase 16 anos depois de eu ter nascido.



P.S:Foi no dia que acabei com o meu namorado :'D JÁ NÃO O AMO! (é a minha grande vitória ^^)

O Livro da minha vida.

Morcegos Libertinos Borboletas Nocturnas de Nelson Sacramento

Ora aqui está.

"- A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive." Mahatma Gandhi