O Blog d'uma tal Bólinhas...

ístórias da minha vida. Casos Reais. Factos verídicos dos quais 99,(9)% são imaginários.

Raul Solnado - A guerra de 1908

1929 - 2009 Descansa em paz ícone :')

Sabe mesmo bem estar de férias.
Leste ontem o Correio da Manhã? Eu não.
Ando a beber muita água.
O Natal esta à porta. Não o deixes entrar, torna-se caro.
Quando te vier a diarreia, não te esqueças de verificar antes o stock de rolos de papel higiénico.
Esta época faz-me comichão.
Os sem-abrigo gostam muito do Natal, é a única época em que se lembram que eles existem. O resto do ano dão-lhes pontapés e matam-nos.
Cada vez gosto mais de dizer e escrever porcaria, mas porcaria daquela com qualidade, não é uma porcaria qualquer. É daquela porcaria porca.
Curtam bem a vida e façam favor de ser felizes. Raúl Solnado, estás cá dentro.

Francisco, 18 anos, quase 19 --' , Torres Vedras , vou ajudar a Bólinhas a escrever neste Blog xD vai ser bonito vai =D


Está um frio de rachar lá fora, não quero sair. Quero ficar aqui a ver TV e a escrever no bloguinho =D a Bólinhas já me estava a ameaçar que me matava =S por isso aqui está o pimeiro post deste NOSSO blog. Agora vou ver tv tá ? A Tia Júlia está a falar com o psicólogo ahaha xD é bonito =D publicidades à parte HASTAAA



Francisco

Será pedir muito?

Volta a ser quem eras, aquele homem perfeito, por quem eu me apaixonei!
Volta a ser o único homem que me fez sonhar!
Volta a dizer que nunca me vais deixar!
Volta a dizer que me amas!
Volta a dizer que sou a tua melhor amiga!
Volta a dizer que eu sou diferente!
Volta e abraça-me, abraça-me como se não existisse "o amanhã"!
Volta a partilhar a tua vida comigo!
Volta a dar-me atenção!
Volta a estar comigo!
Volta a fazer-me rir!
Volta a rir comigo!
Volta a desabafar comigo!
Volta!
Volta atrás e faz-me viver tudo o que já vivi! Contigo e só contigo! Porque és tu quem eu amo! Tu e apenas tu! Mais ninguém!

"Gosto de ti desde aqui até à Lua.
Gosto de ti desde a Lua até aqui.
Gosto de ti simplesmente porque gosto e é tão bom viver assim."

"I feel it, you feel it, that this was meant to be. I know it, you know it, that you were made for me. We can't deny this any longer, day by day it's getting stronger. I want it, you want it, it's what the people want to see. I said this world, this world, could leave us any day, but my love for you, it will never go away. You're an Angel, you're an Angel."


Bólinhas

Como o próprio nome indica, é deprimente. Não só apenas por não ter assunto aparente, mas também por ser escrito por mim.
Venho aqui reclamar (embora saiba que isto não me vai valer de nada).
Tenho imensas saudades de ditados. Sim, daqueles ditados que faziamos no 5º, 6º, 7º e isso. Para quem não sabe os ditados são "de grande importância para que a criança assimile através da audição as palavras, e consiga através deste exercício aprender correctamente a ortografia das palavras. Nestes exercicios, elas aprendem a diferenciação do ‘x’; ‘ch’; ‘l’; ‘r’ e muito mais." Nunca tinha erros.
Nao sou perfeita, nem nada disso, mas adorava quando era a única da minha sala com zero erros no ditado. Era tão bom. Ficavam todos a invejar o meu ditado e a minha capacidade de escrever as letras, palavras, frases certas.
Tenho saudades. Saudades mesmo. Daquelas que deixam saudades, sabes?!
No 11º ano não se fazem ditados, e acredita que, se fizessem parte do currículo, a maior parte dos alunos tinha quinhentos mil erros.
Eu não. Eu recebia o ditado, corrigido, com zero erros.
Era o meu melhor e maior orgulho. Agora resume-se a trabalhos de grupo. Aprende-se muito, não haja dúvida alguma.


Bólinhas

Cheiras a SEXO. Mas não é um SEXO qualquer. É um SEXO grátis. À borla. Daquele reles, mesmo reles. Cheiras a 69 e a 96. Cheiras a Sex-Shop. Cheiras a homem. Cheiras a mulher. Cheiras a suor. Cheiras a grito orgásmico. Cheiras a orgasmo. Enfim, cheiras a tudo o que tenha a ver com coiso.

P.S: Se vieste parar a este blog por andares à procura de SEXO no google, tira o cavalinho da chuva. Ele pode molhar-se. Isto é só pseudo-SEXO, amor.



Bólinhas

Teresa não gosta do hospital. Nem há enfermeiras giras, nem enfermeiros. Neste momento já está por tudo, come carne masculina ou feminina, tanto faz.
Maria do Mar pensa todos os dias em tudo o que aconteceu naquele dia em especial. O sofá escorria sangue. O cobertor escorria sangue. O chão estava coberto de sangue. As roupas no chão também cobertas de sangue. Ah, afinal não tinham nada a cobri-los, estavam ao léu. A última vez que tinha jorrado assim tanto sangue foi quando caiu e bateu com a cabeça, partiu-a. Mas naquele dia em especial não foi da cabeça, foi de algo mais profundo.
Eu acho que ela está arrependida de ter perdido aquilo que só pode ter de volta com uma operação um bocado estranha que agora inventaram, mas ela diz que não. Só tenho que acreditar nela.
Lá no hospital onde a Teresa está, a televisão só funciona quando está na sic, ou seja, ela só vê novelas brasileiras. Até brasileiro já fala. Não bastava falar o português de Portugal mal falado, ainda fala o português do Brasil.
O António e a Antónia. Esses, já nem se conhecem. (Mesmo depois de não sei quantos anos juntos.)


Bólinhas

Ilusão. Na realidade és uma grande e imensa ilusão. Nada mais do que isso.
Apaixonei-me pela pessoa errada. Julguei que fosses diferente, mas na verdade és como todos eles. Aqueles que me abandonam quando eu mais preciso. Fizeste isso. Os outros já eu estava à espera, eu sentia que não faziam nem iriam fazer parte da minha vida. Mas tu, tu eras diferente.
"Eras". Pretérito (im)perfeito.


Bólinhas

Concordo com as greves. Manifestem-se se não estão satisfeitos. Se só porque estamos doentes, chumbamos, manifestem-se. Mas vá, não sejam ridículos.
Ah e tal, os professores não podem ser avaliados. Enquanto isso eu e a minha turma temos que levar com o stôr de Física e Química. Até é um bom Homem, mas bom professor, coitado. Ele devia ser avaliado! Só que secalhar podia ir para a reforma um bocadinho mais cedo. (também, não importava, já a pediu há mais de um ano e continua aqui para as curvas(ou então não)).
Alunos, por favor. A Senhora Dona Ministra da Educação diz que já não precisamos de fazer exame quando nos apetece faltar. Até se estivermos doentes, não chumbamos. Uau. Agora vamo-nos manifestar porquê? Tan tan tan tan... Não, lamento, não é pelo barulho que as moscas fazem. Não, também lamento, não é por termos aulas de Educação Física ao frio. É, meus queridos e queridas "LUTAR POR O REGIME DE SUBSTITUIÇÃO E RETIRAMENTO DE PONTOS NO FINAL DO PERIODO POR FALTAS DE MATERIAL". Podem explicar-me isto? Não percebi bem. É que nem escrever sabem.

Mentalizem-se que existem regras, que só por acaso se devem cumprir.
Mais um bocado e isto era a República das Bananas.
Ridículo, sinceramente isto é ridículo.

Ah, mandar ovos ao Bigodes é giro. À Maria das Lâmpadas já não. (se bem que aquela voz de cana rachada às 8 da manhã, já merecia uns ovinhos na juba).

:)


Bólinhas

Antigamente, não à muito tempo, não era nada sem ti. Não sou. Fazes tanta falta... Sem ti não sou a mesma.
Aquela alegria que tinha sempre que estava ao teu lado, fugiu. Talvez com as ondas do mar. As ondas que nós as duas vimos nascer e morrer ali, na praia. Sempre juntas.

Nada é igual.

Mudaste. Ou então foi a Vida que mudou. Acredito mais na segunda opção.
Tu jamais serias capaz de mudar. És aquela pessoa por quem eu daria a minha vida! Não digo isto porque é giro de se dizer, digo porque na verdade é o que sinto. És mais do que qualquer pessoa, significas muito mais.

Vida, não te perdou por me teres tirado a única coisa no Mundo inteiro que me fazia feliz. Na verdade, não tiraste porque ela está sempre comigo para qualquer lugar que vou! Mas é como se tivesses tirado... Vidas desencontradas porquê? Estavamos tão bem! Sempre juntas. Era tudo tão perfeito. A Cumplicidade era tanta, como nunca tive com ninguém.

És tão importante! E vais continuar a ser, por mais que a Vida tente tirar-te de mim não vai conseguir. Não vai mesmo! Amo-te demasiado para que isso aconteça!


Bólinhas

Ser feliz o que é?
Ter dinheiro?
Ter alguém sempre comigo?
Ter uma casa nova?
Ter um carro novo?
Ter umas calças novas?
Ter uns ténis novos?
Ter um namorado perfeito?
Ter amigos?
Ter um computador supersónico?
Ter uma net supersónica?
Ter um hi5 todo xpto?
Ter 1001 amigos no hi5?
Ter esses mesmos amigos no hi5 e na verdade conhecer apenas 10?
Ter fama?
Ter o telemóvel da moda?
Ter isto tudo?
E na verdade não ter nada.


Bólinhas

Nonstop, Milénio, D'arrasar, Dulce Pontes, Despe e Siga, Heróis do Mar, Rui Veloso, Elton John, Rita Lee, Ágata.
Anos 80. Aqueles anos que eu não vivi, mas desejo ter vivido.
Vivo nestes anos, 16 no total.
Desde Janeiro de 1992. Um bom ano, por sinal. Mas eu desejo mesmo ter vivido nos 80's.
É giro.
Mãe. Pai. Gostava de vos fazer uma pergunta íntima. Porque é que me conceberam em 1991? Digam-me.
É PAH. Podiam ter-me concebido em 1980, já nascia nos 80's. Não vos desculpo, desculpem!


Bólinhas

Preciso de esquecer.
Tirar-te de mim.
Arrancar o que me faz mal.
Impossível.
Isto é simplesmente impossível.
Sem futuro.
Magoa.
Dói.
Amo.
Mas odeio sentir-me assim.
Amarrada ao que nunca quis estar.
Amarrada a isto.
Um amor que dói.
Faz doer.
Adeus!
Vai-te embora!
Sai de mim.
Se for preciso eu arranco o coração.
Desde que saias de mim...
Não aguento mais!
É doentio.
Estou doida.
Completamente.
Dói tanto.
Mas tanto...
Não te quero aqui.
Não fazes falta.
Amor assim eu não gosto.
Deixa-me, por favor.


Bólinhas

Jéssica é uma rapariga como as outras. Quer dizer, como as outras entre aspas. Jéssica gosta de gajas. Mulheres. O semelhante atrai-a. Talvez por nunca ter tido uma relação com um homem. Ou então teve e não me contou (...)
Teresa (in)felizmente descobriu o pecado da carne.
No outro dia encontrei Jéssica em frente aos Armazéns do Chiado. Não, não estava a passear com os braços cobertos de sacos da Salsa nem da Bershka. Estava a pedir. A pedir dinheiro como aqueles que não têm casa. Chorei. Mas não foi por ela, entrou-me areia para o olho.
Maria do Mar perdeu a virgindade. Por vontade própria. Sempre achou o João um gajo bué bom. Não posso dizer o mesmo dele, só a vê como um pedaço de carne que naquele momento lhe satisfez o desejo.
Teresa foi internada.


Bólinhas

Era um país tão pequenino, tão pequenino que nem aparecia no mapa como os outros países. Mas este país pequenino era muito importante. Todos os seus habitantes eram muito felizes. Sabiam dizer umas palavras maravilhosas. Conheciam-nas muito bem e, sobretudo, sabiam vivê-las. Algumas dessas palavras eram:
Estou pronto a ajudar-te; Vamos brincar juntos; Vem comigo; Gosto de ti; Quero ver-te Feliz...
Naquele país havia muita Alegria porque todas as pessoas que ali viviam, eram essenciais entre si.



Bólinhas

Já pensei dar-te uma flor,
Com um bilhete,
Mas nem sei o que escrever,

Sinto as pernas a tremer,
Quando sorris p'ra mim,
Quando deixo de te ver...

Vem jogar comigo um jogo,
Eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha,
Quanto é que eu gosto de ti.

Gosto de ti desde aqui até à Lua,
Gosto de ti desde a Lua até aqui.
Gosto de ti simplesmente porque gosto,
E é tão bom viver assim...

Ando a ver se me decido,
Como te vou dizer,
Como hei-de te contar.

Até já fiz um avião,
Com um papel azul,
Mas voou da minha mão...

Vem jogar comigo um jogo,
Eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha,
Quanto é que eu gosto de ti.

Gosto de ti desde aqui até à Lua,
Gosto de ti desde a Lua até aqui.
Gosto de ti simplesmente porque gosto,
E é tão bom viver assim...

Quantas vezes eu parei à tua porta,
Quantas vezes nem olhaste para mim,
Quantas vezes eu pedi que adivinhasses,
Quanto é que eu gosto de ti.

Gosto de ti desde aqui até à Lua,
Gosto de ti desde a Lua até aqui.
Gosto de ti simplesmente porque gosto,
E é tão bom viver assim...


André Sardet

Abro o paint e fico horas a olhar para a janela. Branco, branco e mais branco. É assim que a minha vida está. Branca, vazia, inútil, sem alma, transparente. Nada me faz feliz. Nada nem ninguém. Estou tão farta disto. Choro. Só choro. Como se um bocado de água que me sai dos olhos como que por magia resolvesse alguma coisa. Não muda nada. É doce. Ou salgada? Já não sei. Gostava de imaginar como seria tudo perfeito, mas não consigo. É tudo tão vago, agora. Já não me preocupo em mudar de parágrafo ou com a maneira como escrevo. E eu dava bastante importância a isso. Mudei. Não sei o porquê, mas mudei. Pode ser que seja para melhor. Também se não for que se lixe. Cansei-me. A Bólinhas fugiu e eu não a consegui apanhar. Deixei-a correr demasiado à minha frente. Se ao menos corresse logo talvez a pudesse alcançar, mas não, fiquei quieta. Agora não sei de nada. Nem de ninguém. Já nada me interessa. Nada. Absolutamente nada. Fraqueza, talvez. Sim sou bastante fraca.

Bué emo.

Daniela, por vezes assustas-me. Não por me fazeres mal, apenas por essas atitudes que eu não consigo compreender, essa escuridão que te consome, só te faz mal. Atitudes essas que, por mais que eu as ache incompreensíveis, te tornam única e insubstituível. Nunca te vi, nunca te toquei, nunca te abracei, mas sinceramente não sinto falta disso. Não pelo facto de não gostar de ti, apenas porque tu, mesmo sem estares aqui, estás dentro de mim, não tenho aquela necessidade de estar contigo.
És muito importante. Apesar de eu não o demonstrar. Sou assim, não faço por mal. Não mostro a ninguém…
Apenas te queria agradecer por fazeres parte da minha vida, por me ajudares e não pedires nada em troca, por apenas seres quem és e como és. Uma amiga para a vida. Mesmo que não seja a vida inteira, sei e digo com toda a certeza que vou sempre guardar-te em mim.

Amo-te minha Dannyzinha. Fazes muito, mas muito mais que o Sol.

O tempo passa e cada vez estás mais longe. Não longe do meu coração, sim longe de mim. Não consigo sentir o teu aroma, tocar-te, ouvir-te, abraçar-te. É tão difícil. Dava tudo para ter asas e ser livre, como uma gaivota, aquela que voa perto do mar, aquele mar que não sei porquê me traz recordações de ti. Queria poder voar até ti. Reviver todos os momentos vividos a teu lado. Nunca me tinha sentido assim perto de alguém. Fazes-me sentir livre, sem todas aquelas amarras que me prendem. Estas que só tu consegues soltar de mim. És tão perfeito! Dizem tretas do tipo "a perfeição não existe", mas é uma completa mentira. Tu sim és perfeito. Deste-me tudo de ti, dedicaste-te a mim a 100% sem querer nada em troca.
Às vezes consegues conhecer-me melhor que eu própria. Nunca ninguém o tinha feito.
Tento contar todos os segundinhos mais rápido, mas como o tempo só passa quando não precisamos nem queremos, eles insistem em não passar. Era tão bom poder passar todos os dias a teu lado... Só tu me compreendes. És e vais ser sempre o meu Francisco, independentemente do que as pessoas possam dizer. Vais ser feliz, tal como eu. A teu lado sinto-me tão bem, o teu olhar obriga-me a dizer as coisas mais estúpidas alguma vez ditas, só para espreitar esse sorriso encurralado por sentimentos imaturos, oferecidos por outras pessoas no passado...
A verdade é que fazes falta. Tanta falta quanta o Sol faz se não nasce às 6 e tal da manhã lá no fundo.

Saudade é uma palavra que me enche o vocabulário e o coração.

A rotina chateia-me.
Ter que fazer todos os dias as mesmas coisas.
Não gosto.
O que eu gosto é de acordar e fazer tudo o que não posso.
Sair da rotina, desrespeitar limites, obrigações, regras.
Gosto de te amar.
Gosto porque é algo que não consigo controlar, por mais que tente.
Amo-te sem querer, sem saber, sem que me dês nada em troca.
Não preciso de nada disso que agora enche a cabeça e o coração de pessoas vazias.
Sexo. Prazer. Traição. Mágua. Ódio.
A ti apenas te amo.
Mas não é aquele amor que há uns tempos foi banalizado.
Aquele "amo-te" tão usual numa conversa de msn como um "LOL".
Este "amo-te" é um que vem de dentro, vem do coração.
É realmente verdadeiro.
Sem segundas intenções.
Apenas porque tu tens a sorte de ser a melhor pessoa do mundo.

Maria do Mar gosta do João. João é um rapaz cá do bairro. João é alto, magro, musculado, simpático, querido, perfeito q.b. Maria do Mar ama-o. Se é que se pode dizer que Maria do Mar sabe o que é amar (...)

António e Antónia lá continuam concentrados na Violência Doméstica.

Maria do Mar entretém-se a ver "As tardes da Júlia". No outro dia dei com ela a chorar por causa de uma velhinha que estava no programa que não tinha ninguém na vida. Maria do Mar também não tem. Gostava de ter. A mãe Teresa continua nas suas andanças pela noite. Sexo. Sexo é tudo para Teresa. Cede por um pedaço de carne, algumas notas e gramas de coca.

Teresa é conhecida pela tatuagem que tem. Só os seus parceiros sexuais sabem onde ela está. Virilha é o lugar onde as mulheres da vida fazem as suas tatuagens. É um sítio considerado pêgo, sensual. Uma borboleta. Talvez para simbolizar que Teresa é livre. Livre demais até. Teresa tenta transparecer que é feliz assim, mas na verdade não é. O Sexo muitas vezes não chega. Sente falta de amor, amor verdadeiro. A única pessoa que alguma vez a amou de verdade foi Jéssica. Estavam dispostas a sair de Portugal para casarem, mas infelizmente Teresa descobriu os homens. Nunca mais quis saber da Jéssica.

Teresa uma vez relatou-me a experiência que teve numa destas noites num bar do B.A.

Entrou, como sempre, primeiro do que aquelas 58 pessoas que estavam na fila. Mal entrou encontrou o Marco. Marco é um daqueles 10 ou 11 gajos que provavelmente é pai de Maria do Mar.

-Tenho de ir à casa de banho. Vens comigo?

-Que se foda, vou.- diz Teresa como se já soubesse o que lhe esperava dentro daquelas quatro paredes.

Entram os dois no pequeno espaço sem luz e Teresa acende o seu isqueiro Zippo. Marco começa a preparar as linhas de coca em cima do autocolismo cheio de queimaduras de cigarros. Consomem-na até ao mais pequenino traço de pó mágico, com a ajuda de uma palhinha que trouxeram depois de beberam a primeira vodka da noite.

Passados uns minutos, a coca começa a dar frutos. Marco e Teresa saltam para a pista famintos. Dançam 8 músicas. Páram. Teresa desaparece por entre o fumo artificial e as centenas de pessoas. Parece que encontrou mais outra vítima.

Desta vez é uma gaja. Passa por ela, mas nem liga. Joana toca-lhe na mama.

-Olá!

-Olá!- responde Teresa, já com o efeito da coca.

-Tudo bem contigo, Teresa?

(Oh, foda-se não me lembro desta gaja. Será que já a comi? A cara dela não me é estranha, mas que se foda, se não comi vou comer.)

Teresa comeu-a, a última vez que a vi foi a entrar para a casa de banho das senhoras acompanhada pela Joana.

"Que se foda!", é a palavra de ordem da Teresa.

Teresa não gasta muito dinheiro à noite. Os seus "parceiros" pagam-lhe o que ela quer. Coca e Vodka. A sua vida resume-se a estas duas coisas.

Teresa fuma. Fuma tanto que consegue encher de fumo o quarto onde passa o dia. De noite, sai. De noite a casa não cheira a tabaco. Era bom que os odores fossem só do tabaco (...)

Teresa passa as noites no Bairro Alto. É a Rainha do B.A. Conhece toda a gente dessa vida. Não precisa esperar para entrar no Kremlin, Frágil, ou outro qualquer bar ou discoteca daquele bairro. Já 'comeu' os porteiros, já é da casa.

Já fez sexo com o B.A inteiro. Homens, mulheres. Tudo. Teresa, apesar de ter Maria do Mar, ter 40 e tal anos (acho qe são 40 e tal) vive como uma miúda com 15, 16 anos, daquelas que começam a descobrir-se.

Maria do Mar não conhece o pai. Teresa ainda acredita que seja possível ter uma filha e que ela tenha como pai uns 10 ou 11 tipos, com quem ela se lembra de ter relações sexuais naqueles dias próximos.

António e Antónia gostavam que ela fosse diferente. Pensaram que o facto de ter Maria do Mar a mudasse, mas nada. Teresa nunca vai deixar de ser assim. Está-lhe no sangue. Nasceu para dormir de dia e acordar à noite. É à noite que Teresa gosta de viver.

Teresa sempre sonhou ter três filhos, mas a carreira só lhe permitiu ter um. Uma. Maria do Mar. Como ela gosta deste nome. Talvez por ter passado a maior parte dos seus dias perto do Mar, ou então talvez pelo facto de em pequena ter assistido vezes sem conta a um filme onde as cenas eram gravadas perto dele. A verdade é que se por acaso parisse os três filhos, não tinha nomes para lhes atribuir.

Maria do Mar tem 12 anos. Já passou por mais coisas na vida do que tu alguma vez irás passar. Não é órfã. Pelo contrário. Sempre teve mãe, pai, avó, avô, prima, primo, tia, tio (...) Sempre teve a família por perto. Na realidade não é órfã. Mas essa realidade não é a dela. Maria do Mar nunca ouve ninguém, ninguém mesmo a dirigir-lhe uma palavra de carinho, amor, amizade. Nenhuma dessas palavras que tu ouves todos os dias, mesmo achando-as falsas, ouve-las, sente-las. Maria do Mar, não. Sente muito a falta delas. É como se só vivesse metade da sua vida. A outra metade está escondida, desaparecida, algures aconchegada noutro lar, que não é o lugar onde Maria do Mar vive.

Teresa tenta. Tenta explicar o quanto ama Maria do Mar. Afinal ela é sua filha. Mas não consegue. Teresa não pode, nunca tem nem teve ninguém, ninguém mesmo que lhe dissesse o quanto é importante. António e Antónia já não querem saber dela, agora só se preocupam com a Violência Doméstica. Ela sim é uma filha para eles. Não fuma. Eles gostavam tanto que a Teresa fosse assim.

O stôr deve ser muito DEF! Ou melhor, é -.- Estamos todos aqui a divertir-nos...

Uns (Carlos Esteves, Guidinha, Pedros e a Ana) estão atentos ao que ele está a dizer... O William está a responder a uma pergunta sobre a Lei da Termodinâmica, mas responde sobre o estado do tempo, lá fora... O Bruno e a Cátia estão a lutar, o Carlos está a escrever não sei o quê no caderno, mas aposto que não tem nada a ver com a aula, o Rúben e o João estão a passear pela escola, a Carmen está a assistir ao passeio, a Jandira tem o telemóvel colado à orelha e está fechada no mundo dela... e eu? eu oiço música no bichinho azul do William. Boas músicas.

O stôr é DEF.

Escrevi isto na aula.

Maria do Mar tinha este nome porque a mãe desde pequena que gostava dele. Digo gostava porque na verdade já não gosta. A mãe Teresa perdeu todos os valores que tinha. Não foi por vontade própria. Foi obrigada a fazê-lo. Teresa, uma mulher morena, não do Sol, mas sim de todas as sessões de Solário que faz por mês, na casa dos 40 mas com aspecto de 20, é filha de António e Antónia.

Os pais de Teresa desapareceram, digo desapareceram porque Teresa não gosta que se diga que de facto morreram. «Está bem Teresa, desculpa.».

António e Antónia são um casal feliz. Não são felizes como as outras famílias. Felizes à maneira deles. Felizes partilhando à 25 anos o seu espaço com a Violência Doméstica. Estava instalada no quarto de visitas, em frente à casa de banho, subindo quatro degraus gastos de tantos passos que têm suportado. É uma visita, come vegetais, bebe água e sumo de maracujá, não fuma nem se droga. Violência Doméstica é uma menina de 30 anos instalada em casa dos "Feitiço". Partilha tudo com a família, faz parte dela à 25. Mas tem uma mágoa enorme dentro de si. Ela não é feliz, ao fazer infeliz Antónia. Gostava de poder fazer feliz alguém, mas na verdade só consegue o contrário.

Ah, tinha-me esquecido de falar de mim. Eu sou o Máximo. Não gosto de dizer mais nada, o meu nome chega. Pelo menos, para já.

Encontro-me só, completamente só. Por vezes nua, como nasci. Vazia. Perdida em sonhos. Sonhos que nunca vou realizar. Por mais que lute. Sou demasiado fraca. Não era assim. Era tão selvagem. Lutava por tudo e por nada. Disputava o último chupa que havia na "Esplanada", daqueles que pintam a língua de azul, os lugares do lado da janela conforme o andamento do comboio. Lutava por tudo.
Nunca lutei por um amor. O Amor não tem nada a ver com luta. O Amor, não precisa de mágoa. O Amor, nasce e renasce, sem fazer mal a ninguém. Não precisa que ninguém o encontre. Ele aparece em todo o lado. Até perto do ódio. Porque até mesmo a minha vizinha do 3ºandar que passa na escada e não me diz "Bom dia", gosta de mim.
Não preciso de Amor.
Preciso apenas de algo parecido. Aguma coisa, não importa o quê. Importa, apenas, que me faça sentir essencial na vida de alguém. Nem que seja só mesmo na vida daquele formiga por quem passei ontem e não pisei. Preciso que alguém me diga que faço falta. Nem que seja para defender a minha opinião. Com este feitiozinho de merda. Preciso de tantas coisas, que nem eu sei bem o que são.
Preciso de Tudo e não preciso de Nada.

Um amo-te inesperado.
Um amo-te que não dói.
Um amo-te sincero.
Um amo-te que não seja preciso pronunciá-lo para o sentir.
Um amo-te que eu diga e que te faça feliz.
Um amo-te de verdade.
Porque na verdade eu te amo, apenas me magoa saber que não me amas.
Um amo-te mais que partilhado, sentido a dois.
Porque és tu quem eu amo.
Gostava.
Juro que gostava que sentisses o mesmo que eu.
Todas as coisas que me passam pela cabeça e pelo coração.
Coisas, sentimentos que me enchem, mas não esvaziam porque não posso, nem consigo.
Não posso amar-te assim.
Entranhaste-te, semelhante a uma doença.
O amor é a única doença que não tem cura.
Por mais forças que tenha, ele vence-me.
Por mais esquemas que faça, não morre.
Não me importava que se fosse embora.
Só me faz mal.
Consome-me.
Por dentro e por fora.
Assusta-me.
Muito.
Faz-me muito mal.
Estou cansada.
Cansada de lutar por uma causa perdida.
Nunca fui uma pessoa de desistir.
Mas desta vez, admito.
Vou desistir.
Porque por mais que sofra.
Por mais que chore.
Aquele amo-te.
Um amo-te de verdade.
Um amo-te sincero.
Um amo-te que não dói.
Esse amo-te,
jamais o vou sentir e partilhar.

Dou por mim a constatar que na verdade eu não sou importante. Comparada contigo eu sou o quê? Nada. Nunca conheci ninguém assim. Tudo em ti é espontâneo. Nada é programado. É por seres tão Original que és tão Especial.

Hoje as pessoas são todas iguais. Mas tu, não tens comparação.

Tenho tantas saudades tuas, aqueles nossos momentos, parece que estou a revivê-los agora.


Primeiro foi a vergonha. Toda eu tremia :| Quando te vi ali, no fundo da rua, o meu Coração quase parou. Não conseguia controlar a quantidade de adrenalina que corria pelas minhas veias.

Ias-te aproximando. O Coração explodia mais um bocadinho, a cada batida. Nem sequer conseguia erguer a minha cabeça.

Até que ficámos lado-a-lado. Abraçámo-nos como Nunca. Como se nos conhecessemos há mais de 20 anos. Senti-me a reviver um momento anterior, que nunca antes tinha sido vivido. Foi tão Único, nunca me tinham abraçado como tu o fizeste. E eu já abracei muita gente.

Não conhecia o sítio onde estava. Caminhava passo-a-passo, seguindo os teus. Durante uns minutos não consegui pronunciar uma palavra que fosse. Estavam entaladas, dentro de mim. Mas algo foi mais forte que eu. Talvez, tu. Muito provavelmente, tu. Comecei a falar, mas falava como se te conhecesse há mais de 20 anos, como antes referi.
Passei a conhecer a tua cidade. É linda, diga-se de passagem.

Nunca na minha vida me estava a imaginar conhecer ao vivo e a cores alguém, com quem apenas contactava por um objecto com um ecrã e umas quantas teclas com letras que nem sequer estão por ordem alfabética.

Mas alguma voz, vinda não sei de onde me dizia "Vai, não te vais arrepender!" A verdade é que não me arrependi. Pelo contrário, quero muito repetir aquele dia.

Mesmo que passem apenas 2 anos, vou achar que te conheço há mais de 20.



Amo-te como nunca amei ninguém. E não digo isto apenas porque está na moda dizer. É porque na realidade te amo.

04/07/08.

Hoje, vou escrever sobre a Coragem que seres tão Especiais têm.


Não, baby, não vou escrever sobre extraterrestres. Não, também não é sobre a tua tia.

Já imaginaste a Coragem que se tem que ter para se admitir que se gosta de seres do mesmo Sexo? Eu já. É por isso que estou a escrever isto, neste post. Senão estava a escrever um post sobre a falta de bebés na população em algumas aldeias de Portugal. Mas não.

Eu nunca tive que admitir nada. Dou graças a Deus por isso. Sempre gostei de meninos e espero continuar a gostar :|

Deve ser tão difícil dar uma notícia destas a um pai e a uma mãe. "Olha mãe, a Rita não é Rita, chama-se João."

Eu se estivesse no lugar da mãe, no mínimo sofria um enfarte de miocárdio. Ou então, não. Aceitava o facto do meu filho ser assim e ter de viver assim, para sempre. Quem é mãe, é amiga, confidente, ombro amigo quando todos os outros faltam. Ou pelo menos devia ser. Pronto. Só queria dizer qe admiro muito os seres tão Especiais :)

A; P; F; E... Conheço alguns desses seres. Dou-lhes muito valor. Aprendi bastante com eles.

Mas continuo a gostar de pilinhas, ôblá :D

Gosto da senhora que de manhã à noite na praia grita: "Bóliiiinhas"
P.S: e são sempre fresquinhas :3

Fui lá abaixo à arrecadação e descobri esta relíquia :'D

Provavelmente vão aparecer aqui muitas mais, porque tenho aqui um saco cheio de cadernos :|


A é a Ana, a cavalo numa cana;
B é o Bruno, a jogar ao uno;
C é a Catarina, nada fora da piscina;
D é o Diogo, com chichi apaga o fogo;
E é a Elisabete, a jogar andebol é uma esperta;
F é o Francisco, como as conchas do marisco;
G é a Graça, ai, mordeu-lhe uma carraça;
H é a Helena, é branca, mas diz que é morena;
I é o Ivo, põe na mosca um curativo;
J é a Joana, a caçar uma ratazana;
L é o Luís, tem macacos no nariz;
M é o Manuel, escreve o nome no papel;
N é o Napoleão, dorme debaixo do colchão;
O é a Olga, todos os dias tem folga;
P é a Paula, entra de burro na aula;
Q é o Quintino, que na missa faz o pino;
R é o Raúl, a beber a tinta azul;
S é a Sofia, engasgada com uma enguia;
T é a Teresa, come debaixo da mesa;
U é o Urbano, que caiu dentro do cano;
V é a Vera, com as unhas de pantera;
X é a Xana, gosta muito da sua pestana;
Z é o , foi ao mar, perdeu o .


Escrito por mim, algures entre o ano de 2003 e 2004.

Hoje o Rei Não Sei de Onde faz anos e eu já não escrevo aqui à bué...


Como sempre não há assunto para escrever.

Mas como hoje estou inspirada (mentira .--) vou escrever sobre o meu Francisco.
Não sei como, mas aquele Pinguim tornou-se Essencial *_* Confesso que nunca pensei gostar tanto dele, mas a verdade é que gosto. Não como alguém que quer namorar, casar e ter filhos. Nada disso. É muito mais que isso. É como um amigo para a vida. Vale muito mais que um namorado, disso eu tenho a certeza. Nunca troquei os meus amigos, por um namorado que fosse. Dou muito mais valor a uma Amizade, do que a um Amor. É que tipo, ele é Perfeito .-- até mete nojo >.< Nunca conheci ninguém assim, tão genuíno T.T Aqueles olhinhos, sempre a coisarem *__* Aquele andar como um Pinguim *__* Até os gritos estéricos *__* A minha fuinha mais boa *__* ah, desculpa :'D

As saudades são mais que taantas, porque ele por ser como é e quem é, ama-me e eu também o amo.

Para não ser mais lamechas e para ter mais espaço para futuros posts, vou parar de escrever.

Não espero que ele goste, porque não é essa a intenção.


AMO-O COMO QUEM AMA UM FILHO, SOBRINHO, IRMÃO ou NETO.

Não gosto da Prixilia (não me interessa se não é assim que se escreve, não gosto dela, escrevo o nome dela mal).
Ela é estúpida.
Não tenho culpa.
Ela mete nojo.
É falsa.
Gosta das pessoas, só por interesse.
Dá vontade de dizer: Morre!.
Como eu digo o que penso, já lhe disse.
Ainda bem que chumbou.
Não gosto dela.
É burra.
Já não a vou aturar, felizmente.
Nem eu nem ninguém.
Ninguém gosta dela.
A culpa não é minha.
Ela é que é nojenta.
Toda a gente que a conhece pensa isto.
Só não lhe diz.
Eu digo.
Tou ma cagar se ela se chateia.
Não tem força para me bater.
Mesmo que tiver, não me apanha.
Eu fujo mais rápido.
Vês, já lhe estou a dar importância a mais.
Aquilo nem merece que falem dela, mesmo que seja mal :D
Como não tinha nada para escrever, olha, escrevi isto.
Tem muito significado.
Não sou obrigada a gostar de toda a gente.
Não gosto dela.
Tenho muito orgulho em não gostar.
Não vale um peido.
Se bem que um peidinho de vez em quando, sabe bem.
Moral da história: Pronto, ela não vale nada.

Hoje é o dia da Pintura no Brasil...


Apetece-me dizer que és uma menina muito especial. Sim, tu Inês Cosme, és uma menina única.. Com esses teus inocentes 14 anos, aparentas ser muito mais velha. Tens uma mentalidade muito fora do normal (para o lado bom, é claro) :P

Ya, confesso que quando te vi com o William e o ouvia falar de ti pensei que fosses mais uma pita amiga dele -.- mas não és :D És um amor de pessoa *_*

Alguém a quem se pode contar tudo. Sei que mais ninguém vai saber o que eu te contar ^^

Não sei escrever, já sabes disso xD

Mas isto chega, diz o mais importante.

Espero continuar a ser tua amiga :') porque sei que és uma menina muito especial.

P.S (09deDezembrode2008): Inês, este post será sempre teu :')
P.S1 (02deJulhode2009): Secalhar não és bem assim...

Hoje a Rainha Fafá de Belém faz 52 anos...


Pensa sobre ti mesmo/a;

Questiona-te;

Analisa todas as oportunidades;

Descobre-te;

Pára para Reflectir;

Fascina-te;

Ama como se fosse a tua última vez;

Revela-te;

Sorri para o Mundo;

Solta-te;

Aprecia a Beleza;

Olha-te;

Abraça todos, como se fossem parte de ti;

Imagina-te;

Chora para o Mundo;

Perde-te;

Fala sobre o que quiseres;

Encontra-te; Mas fá-lo com FORÇA.


...com uma Força que ninguém pode parar :')

08/08/08


Se pudesse também me manifestava por causa dos Jogos Olímpicos, tanta gente a morrer no Tibet e ali os palhacinhos a curtir do Bom e do Bonito. Não gosto. Uns hipocritas é o que os organizadores daquilo são. Todos acham que matar pessoas (incluindo crianças) é errado, mas mesmo assim não querem saber. Querem é ganhar dinheiro.

Mete nojo, a sério que mete.

Eu sei que se costuma dizer "Do Bom e do Melhor", mas eu gosto mais desta expressão.

Mas vá, para não ser como eles, já que não há volta a dar quanto ao facto de os Jogos Olímpicos serem realizados, vou ser simpática e desejar a Maior Sorte aos atletas que representam Portugal. Afinal de contas é o meu país.

Hoje é o dia do Padre, no Brasil...


Na cidade ou aldeia onde vivemos, nas ruas por onde passamos todos os dias, na escola e em casa, estamos com muitas pessoas e falamos de muitas coisas.

Mas há sempre pessoas que nos conhecem melhor e são mais nossas amigas.

Em muitas ocasiões é com essas pessoas que gostamos mais de conversar. Dão-nos coragem e alegria, ajudam-nos naquilo que precisamos e ouvem com atenção o que nós queremos dizer...



Agradeço a todos/as que estão sempre do meu lado!

Joana Almeida, Cátia Pinto, Andreia Ventura, William Lopes, Francisco da Silva, Daniela, Inês Cosme, Patrícia Alexandra, Carmen Moniz, Ana Passaporte, Diego Almeida...

Hoje o Senhor Alexander Flaming fazia 127 anos, se fosse vivo...


Quero a Feira Popular de volta. Quem teve a estúpida ideia de a levar, que a devolva. Não estou a gostar.

Quero voltar a usufruir duma das melhores coisas que a Grande Lisboa tinha. Eu e toda a gente. A minha Feira Popular só trazia coisas boas. O maior rendimento vinha de lá, atraía Turistas e os Turistas trazem muuuito dinheiro.

Será que só eu é que percebo isso? phone-ix.

Hoje é o dia Nacional da Saúde... A minha está boa, recomenda-se :)


Só me apetece dizer que te amo. Não te vou perder e eu sei disso. Sei que és demasiado essencial para desapareceres. Vou dar-te o que precisas. Tu vales muito mais que isto, eu sei! Não te resumes a uma lista.

És uma das pessoas mais especiais para mim. És único, já o tinha dito.

Tudo vai melhorar.
Vamos continuar juntos, porque os irmãos não se escolhem. Permanecem connosco para sempre (L)

Hoje é o dia do Skate no Brasil ^^ ...


Estive a ver um documentário do Nacional Geographic Channel. Aquilo falava sobre a Criogenia (é favor pesquisar no Google ou noutro motor de busca, porque eu sei que tu não sabes o que isto é). Mas caso não queiras fazer isto, que é o que 99% das pessoas que estão a ler vão fazer, acabas de ver este medíocre texto para descobrires o que é.

A Criogenia (nome fascinante este, ain) é um ramo da Ciência (se é que aquilo se pode chamar Ciência) que pretende o estudo do comportamento dos sistemas em baixas temperaturas. A preservação Criogenica é o seguinte, passo a explicar: Uma pessoa morre, mas ao invés de ser enterrada, cremada, “guardada” num caixão dentro duma casinha perto dos outros parentes mortos, é congelada, sim leste bem, congelada. Não é com gelo, não o gelo queima --, é com nitrogénio líquido (aquele com que se produz amoníaco, que é um constituinte do Sonasol :|). Mas esta não é a melhor parte, ah pois não, é que pronto uma pessoa ser congelada é mau, mas ainda por cima passados 50 anos ser descongelada, para voltar a viver, é obra. Oh Yeah, ou seja as conversas das viúvas nos cabeleireiros vão passar a ser do tipo, diz a Antónia: Ai vizinha, ontem enterrei o meu homem; A Miquelina: Eu antes d’ontem fui lá à nossa casinha pôr mais umas flores para o meu Josefino. Diz muito depressa a Jervázia: Ontem fui congelar o meu Zé.

Ya, fica lindo nas conversas :D dá um certo charme.

Não quero saber comé que eles vão “acordar” os meus órgãos depois de eu morrer, nem mesmo o meu cérebro que quando morre, morreu tudo, mesmo assim quero ser Creogenada. Também não me interessa se vão pagar 100 mil euros por isso, eu quero é ser Creogenada.

Não quero perder a oportunidade de constatar depois de 50 anos congelada, como é que o Sócrates se safou desta merda e de saber como é que estão as três coisas que por mais tempo que passe não vão melhorar, a Educação, a Saúde e a Justiça. (tipo que isso é possível --,)



P.S: Os nomes são inventados, qualquer semelhança com a realidade é pura estupidez :’D



(vou masé dormir que já são duas da manhã ^^)

Hoje estou deprimida, até já escrevo aqui em dias com números pares T.T a verdade é que se está a tornar viciante...


Quando começar a escola quero concretizar estes sonhos:

1. Apanhar o cágado do lago i fazer-lhe festinhas;
2. Arrancar os pêlos do nariz do António (o contínuo do pavilhão D) com uma pinça;


Esta lista vai sendo actualizada, por agora só tenho 2 sonhos :'D

P.S: Já não há cágado nenhum, os putos mataram-no com pedras. O nariz do António é nojento demais para fazer aqilo :|

Hoje o Ney Matogrosso faz anos, não é Rei, mas é parecido :D ...


Ya, vou pôr aqui um textinho escrito à uns tempos.


Antes de nascer já chupava no dedo. Pelo menos é o que a minha mãe diz que viu quando lhe fizeram uma ecografia.

No dia 4 de Janeiro de 1992 lá nasci eu, em Lisboa, menina e careca como a minha mãe queria. Dizem que não chorava muito mas que, quando abria as goelas, até a Rosi se assustava. Nesta altura convém explicar que a Rosi era a minha cadela (faleceu este ano em Setembro, será sempre guardada no meu coração...)

Tenho um vídeo feito na noite de Natal de 1993 onde noto, pelo menos, três semelhanças com a Rosi: Ambas nos deslocávamos usando quatro membros, ambas tínhamos os laços dos presentes colados na cabeça e ambas estávamos excitadas e contentes.

Mais tarde, e já noutro vídeo, lá estava eu no Carnaval de 1994, vestida de Capuchinho Vermelho, a espreitar para dentro de uma alcofa onde a minha prima Mariana (com dois meses) estava a dormir.

Segundo parece fui uma bebé calma, bem-disposta, brincalhona, excepto à hora das refeições. Nessas alturas fazia sempre uma "grande birra" que acabava com a paciência de toda a gente.

Um dia, já quase com 4 anos, alguém se lembrou que eu tinha de sair do conforto da minha casa e ir para um sítio chamado escola. Não gostei mesmo nada quando a minha mãe me deixou lá. Mas, rapidamente passei a gostar porque a escola tinha uma característica muito agradável: estava cheia de crianças, coisa que não havia lá em casa.

Sempre gostei de cantar, sobretudo quando ando de carro. Um dia vinha da praia, os vidros estavam todos abertos e eu vinha numa grande cantoria. Parámos num semáforo e um senhor que parou ao nosso lado olhou mim como se eu fosse uma maluquinha (duas se contarmos com a Rosi que, não sabendo cantar, não parava de "uivar" umas notas).

Hoje continuo a gostar de cantar, de andar de bicicleta com o meu pai, de comer gomas, de tentar ensinar a minha mãe a dançar Kizomba e de ir à praia.

Não gosto de violência, de ervilhas, de estar doente, alturas, de ver tantas desgraças nos telejornais e de gente mal-humorada.


Cacém, 24 de Setembro de 2007, deprimida e com saudades da pessoa que Amo, quase 16 anos depois de eu ter nascido.



P.S:Foi no dia que acabei com o meu namorado :'D JÁ NÃO O AMO! (é a minha grande vitória ^^)

Hoje é o dia Mundial do Orgasmo yee


Lopes...

"Às vezes penso que posso salvar o mundo, às vezes nem é bem salvar o mundo, é apenas ajudar alguém, uma única pessoa de quem gosto como irmão. Às vezes falho, faço de um tiro de paz uma terceira guerra mundial, de um objectivo sincero de ajuda um grande problema. Às vezes penso que a opção certa é aquela, e acabo por errar o caminho e percorrer muitos quilómetros. Às vezes penso ter jogado a carta certa, mas perco tudo. Não era esse o objectivo, não queria falhar o tiro, não queria ter errado o caminho nem falhado a jogada. Desculpa…"

Hoje faz 108 anos que o Rei Humberto I de Itália faleceu...


Não me apetece ecrever nada aqui agora.

Apenas quero dar graças àquela Força (que eu não faço a mínima ideia do que seja) que me mantém viva, no meio desta merda de Mundo.


Só quando Me encontrar é que volto a escrever aqui, até lá xau.

Hoje faz 38 anos que António de Oliveira Salazar morreu...


O meu pai diz que gostava que ele fosse vivo, não sei porquê, mas deve ser porque ele era boa pessoa :|

Estava eu muito bem hoje no carro a voltar da praia quando passo por um (foram mais, mas vou falar precisamente num) cruzamento onde reparei que estava um espelho agarrado a um poste.

Mas esse espelho era giro :O estava uma pessoa a passar por ele e ficava três vezes maior cada vez que se aproximava 5 centímetros.

Aquilo serve para o automobilista não ter que olhar para o espelho que tem dentro do carro (e os dois de fora) '(se fôr moderno, porque os velhos só têm um :'O)', digamos que é para facilitar.

A questão é que o meu paizinho não olhou para o dito cujo espelho, limitou-se a virar o pescoço e olhar para trás a fim de ver se vinha algum carro.

Problema do meu pai não pode ser, até porque também já passei por lá com o meu irmão de carro e ele também não se serviu da grande esmola do Governo.

Será problema de família, ou é mesmo pelo simples facto d'aquele emplastro dos passeios não servir para nada nem ninguém ?!

Que se lixe, devem achar que estão a fazer bem à Humanidade, não se pode contrariar :D --,


P.S: O Francisco diz que servem para ele se pentear :'D

Hoje o 1º Rei de Portugal D. Afonso Henriques se fosse vivo fazia 899 anos...


Eu sempre gostei de bichinhos, desde pequenina... Os bichinhos sempre fizeram "parte da mobília" cá de casa :)

Sempre tive um peixinho, daqueles cor de laranja pequeninos.

Só há um pequeno problema, passado mais ou menos um ano morre :'( não percebo bem o porquê.

A Cátxia diz que é por causa do aquário ser redondo. Será? Mas já vi tantos peixinhos em aquários redondos que não morreram...

Desta vez comprei um muito especial, tem a barbatana grande cortada, é mesmo giro.

Vamos lá ver quanto tempo dura :)

Não me posso afeiçoar muito a ele, porque pode morrer a qualquer momento e eu depois compro outro, diferente :D

A minha próxima despesa vai ser com um Hamster, são tão fofos :'D já tive um, mas também morreu.

Cá para mim é esta casa que não gosta de bichinhos. Eu gosto tanto deles *.*

Hoje o Rei de Nápoles se fosse vivo fazia 669 anos...


Como tal sinto-me na obrigação de escrever alguma coisa aqui. Não sei bem o quê, mas pronto, também não interessa :')

Ontem fiquei a ver a série "Mentes Criminosas" transmitida na SIC... Só não percebi bem o porquê de colocarem na programação que começa às 00:30 e de facto começar às 01:00. Deve ser para a minha Santa Alma ter que levar com "A Favorita", novela da rede Globo (não é que seja má, [mas é] até já me estou a habituar àquilo (...) mas epá eu ligo a TV só mesmo para ver o Essencial, não gosto muito de ver aquela coisa).

É pura estupidez.

E os intervalos (?) Oh Meu Deus aquilo é deprimente! Adoro a publicidade do «Banif», uma coisa metade homem, metade cavalo que no fim é um Banco (?!) Ok, de facto o Mundo está perdido.


Pronto, já escrevi mais uma cambada de disparates ^^

Adeus e até ao próximo Post.

P.S: Se achaste este post uma porcaria, não apareças cá mais, garanto-te que os próximos episódios vão ser terríveis.

P.S(2): Parabéns Senhor Rei de Nápoles *vénia*

P.S(3):O "bicho" é um centauro -.-' (mas não deixa de ser feio ó Inês :O)

Comecei este blog porque estou aqui em casa sem fazer nada e apeteceu-me criar alguma coisa para escrever todas as palavras que me vierem à cabeça (com jeitinho, é claro) sem que ninguém me chateie :'D


Quando o Rei fizer anos vão aparecer por aqui uns textos da minha autoria e mais umas coisas.


Obrigado e encontramo-nos no próximo post.



P.S: Parabéns Paizinho *.*
P.S(2):Os posts vão aparecer sempre em dias com número ímpar (cada maluco com a sua pancada :D)

O Livro da minha vida.

Morcegos Libertinos Borboletas Nocturnas de Nelson Sacramento

Ora aqui está.

"- A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive." Mahatma Gandhi

Tesourinhos: